Acaso
Mureta... E eu ali, olhar atento a tudo. Lá embaixo, a calmaria de um dia já nascendo. Nem mesmo sei quando minhas pernas me trouxeram até aqui. Tudo de que me lembro é de um beijo.
Um beijo que anuncia um mundo, que reescreve a história, que reinicia a vida. Um beijo desses que nos faz perder o chão e tocar as nuvens. O começo de tudo, o fim do tédio...
Ela tinha um olhar triste, misto de desespero e carência... Eu já conhecia o jogo, sabia o que devia ser feito. Portanto, segui o meu instinto e fiz o que deveria ser feito.
É uma pena ter acordado sozinho, mas amanhã quem sabe um novo porto; uma nova companhia... Quem sabe um outro beijo?


0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial