sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O que fazer?

O que fazer, meu bem, do dia?
Pois, sem tua companhia, eu me sinto tão perdido...
Toda a minha inspiração me fugiu com teu abraço
Dado que o meu sorriso está ligado
Indiretamente a ti,
Indiretamente à lua,
Que ilumina a tua rua toda vez que vou buscar
A menina dos meus sonhos,
Com a qual matei os planos de ser só mais um de tantos
Destes que morrem de amor...

O que fazer, meu bem, da falta?
Pois a dor, se não me mata, quando em quando angustia...
Veja a minha condição com a saudade de teus olhos
Nem de bruma ou de ressaca
Mas do vício em não ser presa,
Do orgulho em ser só tua,
Prezo a ti, oh criatura, deixe ao menos te tocar
Não somente nos meus sonhos,
Mas também na tua alma que, se não me rouba a calma,
Multiplica o meu amor...

2 Comentários:

Às 6 de novembro de 2010 às 08:38 , Anonymous Leide Botelho disse...

Ah nem!!!!
Acho q a maior proeza do poeta é escrever não o sentimento dele, mas através do dele, o sentimento de cada um, vc escreve o q a gente sente.
Amoooooooooooooo!

 
Às 6 de novembro de 2010 às 15:37 , Anonymous Moisés Neto disse...

A anormalidade como musa inspiradora...

 

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