
Desde ontem que uma idéia não me sai da cabeça e finalmente tenho tempo pra organizar melhor os pensamentos. De toda forma, vou procurar ser o mais sincero possível, uma vez que o texto trata de um tema de apelo popular...
Quase todo dia, mal (ou bem, no caso) amanhece e lá vou eu me encontrar com tantas musas no 322 (o Linha Vermelha, hein!)... Lordose, Gigante e Emburrada, entre tantas outras (umas veteranas, outras ainda calouras) têm em comum, se não as medidas, ao menos a beleza encantadora de bundas pra lá de atraentes. E quando digo atraentes, me refiro a algo mais do que a mera conotação sexual, que não sou hipócrita de tentar ocultar, alto lá; me refiro ao encanto, ao molejo, à cadência de cada passo feminino, seja apressado ou insinuante. Afinal, que me perdoem as peitudas, que também têm o seu devido valor (dito isto para as de seios bonitos, é óbvio), mas uma bela bunda é fundamental. Não se enganem com estes aproveitadores de plantão, os que compram rosas ou pegam firme a menina carente pelo braço: trogloditas ou canalhas (se o cara não for um dos dois, ou é religioso ao cubo ou veado ao quadrado), todos gostam de comer, se divertir com os amigos, beber, jogar um futebol, torcer pelo seu time, tudo isso... mas, acima de tudo, de uma bunda bonita, convidativa, apaixonante.
Em minhas idas e vindas, recentemente parei por Niterói e a situação só se agravou: entre uns beijos 'apaixonados' e abraços 'calorosos', a mão instintivamente pousava sobre este monumento (prova definitiva da sabedoria divina) e meus dedos tamborilavam ritmos meramente pornográficos. Pensei estar doente, mas vi que minha saúde mental nunca esteve tão bem, ao voltar ao Rio (estranho este termo pra quem só atravessou a 'poça') e me deparar com as meninas do hospital. Deslumbrantes por trás daqueles aventais e tão reveladoras quando na hora de se trocarem. Rumo à faculdade ou ao encontro com o namorado, o que seja, pra lá e pra cá - um convite pra dançar, se é que vocês me entendem. Cheguei à conclusão de que o mundo se abria perante a mim (que lindo isso, não?) de uma forma mais intimista, familiar... A bunda tornou-se o meu Santo Graal e percebi que minha busca por mais e mais envolvimento e cumplicidade com ela me levaria de volta ao caminho certo, ou oportuno.
Hoje, sou um ser humano mais sincero e procuro elevar o nível de forma a não perder tempo com bobagens (política, ciência, trabalho, planos... aff). Que quero mais da vida além da concretização do sonho que tive hoje? Um mar de bundas à minha espera... ruivas, morenas, negras, louras - todas deslumbrantes, carinhosas e literalmente comestíveis. É sério! Me vi em uma espécie de banquete e era tudo meu, mas tão meu que cheguei a olhar para o céu e questionar se era de fato merecedor daquele harém. A luxúria tomou conta de mim em um sonho, porém a realidade foi como uma bundada gostosa na minha cara e acordei. 105 centímetros de quadril depois, talvez não exista amizade que resista a tamanho encantamento...
Boas bundas para todos!